segunda-feira, 25 de abril de 2011


                  
A Crucificação de Cristo,
a partir de um ponto de vista médico
de C. Truman Davis
Lendo o livro de Jim Bishop “O Dia Que Cristo Morreu”, eu percebi que durante vários anos eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, que havia crescido calos em meu coração sobre este horror, por tratar seus detalhes de forma tão familiar - e pela amizade distante que eu tinha com nosso Senhor. Eu finalmente havia percebido que, mesmo como médico, eu não entendia a verdadeira causa da morte de Jesus. Os escritores do evangelho não nos ajudam muito com este ponto, porque a crucificação era tão comum naquele tempo que, aparentemente, acharam que uma descrição detalhada seria desnecessária. Por isso só temos as palavras concisas dos evangelistas “Então, Pilatos, após mandar açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado.”
Eu não tenho nenhuma competência para discutir o infinito sofrimento psíquico e espiritual do Deus Encarnado que paga pelos pecados do homem caído. Mas parecia a mim que como um médico eu poderia procurar de forma mais detalhada os aspectos fisiológicos e anatômicos da paixão de nosso Senhor. O que foi que o corpo de Jesus de Nazaré de fato suportou durante essas horas de tortura?
Dados históricos
Isto me levou primeiro a um estudo da prática de crucificação, quer dizer, tortura e execução por fixação numa cruz. Eu estou endividado a muitos que estudaram este assunto no passado, e especialmente para um colega contemporâneo, Dr. Pierre Barbet, um cirurgião francês que fez uma pesquisa histórica e experimental exaustiva e escreveu extensivamente no assunto.
Aparentemente, a primeira prática conhecida de crucificação foi realizado pelos persas. Alexandre e seus generais trouxeram esta prática para o mundo mediterrâneo para o Egito e para Cartago. Os romanos aparentemente aprenderam a prática dos cartagineses e (como quase tudo que os romanos fizeram) rapidamente desenvolveram nesta prática um grau muito alto de eficiência e habilidade. Vários autores romanos (Lívio, Cícero, Tácito) comentam a crucificação, e são descritas várias inovações, modificações, e variações na literatura antiga.
Por exemplo, a porção vertical da cruz (ou “stipes”) poderia ter o braço que cruzava (ou “patibulum”) fixado cerca de um metro debaixo de seu topo como nós geralmente pensamos na cruz latina. A forma mais comum usada no dia de nosso Senhor, porém, era a cruz “Tau”, formado como nossa letra “T”. Nesta cruz o patibulum era fixado ao topo do stipes. Há evidência arqueológica que foi neste tipo de cruz que Jesus foi crucificado. Sem qualquer prova histórica ou bíblica, pintores Medievais e da Renascença nos deram o retrato de Cristo levando a cruz inteira. Mas o poste vertical, ou stipes, geralmente era fixado permanentemente no chão no local de execução. O homem condenado foi forçado a levar o patibulum, pesando aproximadamente 50 quilos, da prisão para o lugar de execução.
Muitos dos pintores e a maioria dos escultores de crucificação, também mostram os cravos passados pelas palmas. Contos romanos históricos e trabalho experimental estabeleceram que os cravos foram colocados entre os ossos pequenos dos pulsos (radial e ulna) e não pelas palmas. Cravos colocados pelas palmas sairiam por entre os dedos se o corpo fosse forçado a se apoiar neles. O equívoco pode ter ocorrido por uma interpretação errada das palavras de Jesus para Tomé, “vê as minhas mãos”. Anatomistas, modernos e antigos, sempre consideraram o pulso como parte da mão.
Um titulus, ou pequena placa, declarando o crime da vítima normalmente era colocado num mastro, levado à frente da procissão da prisão, e depois pregado à cruz de forma que estendia sobre a cabeça. Este sinal com seu mastro pregado ao topo teria dado à cruz um pouco da forma característica da cruz latina.
O suor como gotas de sangue
O sofrimento físico de Jesus começou no Getsêmani. Em Lucas diz: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra." (Lc 22:44) Todos os truques têm sido usados por escolas modernas para explicarem esta fase, aparentemente seguindo a impressão que isto não podia acontecer. No entanto, consegue-se muito consultando a literatura médica. Apesar de muito raro, o fenômeno de suor de sangue é bem documentado. Sujeito a um stress emocional, finos capilares nas glândulas sudoríparas podem se romper, misturando assim o sangue com o suor. Este processo poderia causar fraqueza e choque. Atenção médica é necessária para prevenir hipotermia.
Após a prisão no meio da noite, Jesus foi levado ao Sinédrio e Caifás o sumo sacerdote, onde sofreu o primeiro traumatismo físico. Jesus foi esbofeteado na face por um soldado, por manter-se em silêncio ao ser interrogado por Caifás. Os soldados do palácio tamparam seus olhos e zombaram dele, pedindo para que identificasse quem o estava batendo, e esbofeteavam a Sua face.
A condenação
De manhã cedo, Jesus, surrado e com hematomas, desidratado, e exausto por não dormir, é levado ao Pretório da Fortaleza Antônia, o centro de governo do Procurador da Judéia, Pôncio Pilatos. Você deve já conhecer a tentativa de Pilatos de passar a responsabilidade para Herodes Antipas, tetrarca da Judéia. Aparentemente, Jesus não sofreu maus tratos nas mãos de Herodes e foi devolvido a Pilatos. Foi em resposta aos gritos da multidão que Pilatos ordenou que Bar-Abbas fosse solto e condenou Jesus ao açoite e à crucificação.
Há muita diferença de opinião entre autoridades sobre o fato incomum de Jesus ser açoitado como um prelúdio à crucificação. A maioria dos escritores romanos deste período não associam os dois. Muitos peritos acreditam que Pilatos originalmente mandou que Jesus fosse açoitado como o castigo completo dele. A pena de morte através de crucificação só viria em resposta à acusação da multidão de que o Procurador não estava defendendo César corretamente contra este pretendente que supostamente reivindicou ser o Rei dos judeus.
Os preparativos para as chicotadas foram realizados quando o prisioneiro era despido de suas roupas, e suas mãos amarradas a um poste, acima de sua cabeça. É duvidoso se os Romanos teriam seguido as leis judaicas quanto às chicotadas. Os judeus tinham uma lei antiga que proibia mais de 40 (quarenta) chicotadas.
O açoite
O soldado romano dá um passo a frente com o flagrum (açoite) em sua mão. Este é um chicote com várias tiras pesadas de couro com duas pequenas bolas de chumbo amarradas nas pontas de cada tira. O pesado chicote é batido com toda força contra os ombros, costas e pernas de Jesus. Primeiramente as pesadas tiras de couro cortam apenas a pele. Então, conforme as chicotadas continuam, elas cortam os tecidos debaixo da pele, rompendo os capilares e veias da pele, causando marcas de sangue, e finalmente, hemorragia arterial de vasos da musculatura.
As pequenas bolas de chumbo primeiramente produzem grandes, profundos hematomas, que se rompem com as subseqüentes chicotadas. Finalmente, a pele das costas está pendurada em tiras e toda a área está uma irreconhecível massa de tecido ensangüentado. Quando é determinado, pelo centurião responsável, que o prisioneiro está a beira da morte, então o espancamento é encerrado.
Então, Jesus, quase desmaiando é desamarrado, e lhe é permitido cair no pavimento de pedra, molhado com Seu próprio sangue. Os soldados romanos vêm uma grande piada neste Judeu, que se dizia ser o Rei. Eles atiram um manto sobre os seus ombros e colocam um pau em suas mãos, como um cetro. Eles ainda precisam de uma coroa para completar a cena. Um pequeno galho flexível, coberto de longos espinhos é enrolado em forma de uma coroa e pressionado sobre Sua cabeça. Novamente, há uma intensa hemorragia (o couro do crânio é uma das regiões mais irrigadas do nosso corpo).
Após zombarem dele, e baterem em sua face, tiram o pau de suas mãos e batem em sua cabeça, fazendo com que os espinhos se aprofundem em sua cabeça. Finalmente, cansado de seu sádico esporte, o manto é retirado de suas costas. O manto, por sua vez, já havia aderido ao sangue e grudado nas feridas. Como em uma descuidada remoção de uma atadura cirúrgica, sua retirada causa dor toturante. As feridas começam a sangrar como se ele estivesse apanhando outra vez.

A cruz
Em respeito ao costume dos judeus, os romanos devolvem a roupa de Jesus. A pesada barra horizontal da cruz á amarrada sobre seus ombros, e a procissão do Cristo condenado, dois ladrões e o destacamento dos soldados romanos para a execução, encabeçado por um centurião, começa a vagarosa jornada até o Gólgota. Apesar do esforço de andar ereto, o peso da madeira somado ao choque produzido pela grande perda de sangue, é demais para ele. Ele tropeça e cai. As lascas da madeira áspera rasgam a pele dilacerada e os músculos de seus ombros. Ele tenta se levantar, mas os músculos humanos já chegaram ao seu limite.
O centurião, ansioso para realizar a crucificação, escolhe um observador norte-africano, Simão, um Cirineu, para carregar a cruz. Jesus segue ainda sangrando, com o suor frio de choque. A jornada de mais de 800 metros da fortaleza Antônia até Gólgota é então completada. O prisioneiro é despido - exceto por um pedaço de pano que era permitido aos judeus.
A crucificação
A crucificação começa: Jesus é oferecido vinho com mirra, um leve analgésico. Jesus se recusa a beber. Simão é ordenado a colocar a barra no chão e Jesus é rapidamente jogado de costas, com seus ombros contra a madeira. O legionário procura a depressão entre os osso de seu pulso. Ele bate um pesado cravo de ferro quadrado que traspassa o pulso de Jesus, entrando na madeira. Rapidamente ele se move para o outro lado e repete a mesma ação, tomando o cuidado de não esticar os ombros demais, para possibilitar alguma flexão e movimento. A barra da cruz é então levantada e colocado em cima do poste, e sobre o topo é pregada a inscrição onde se lê: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus".
O pé esquerdo agora é empurrado para trás contra o pé direito, e com ambos os pés estendidos, dedos dos pés para baixo, um cravo é batido atraves deles, deixando os joelhos dobrados moderadamente. A vítima agora é crucificada. Enquanto ele cai para baixo aos poucos, com mais peso nos cravos nos pulsos a dor insuportável corre pelos dedos e para cima dos braços para explodir no cérebro – os cravos nos pulsos estão pondo pressão nos nervos medianos. Quando ele se empurra para cima para evitar este tormento de alongamento, ele coloca seu peso inteiro no cravo que passa pelos pés. Novamente há a agonia queimando do cravo que rasga pelos nervos entre os ossos dos pés.
Neste ponto, outro fenômeno ocorre. Enquanto os braços se cansam, grandes ondas de cãibras percorrem seus músculos, causando intensa dor. Com estas cãibras, vem a dificuldade de empurrar-se para cima. Pendurado por seus braços, os músculos peitorais ficam paralisados, e o músculos intercostais incapazes de agir. O ar pode ser aspirado pelos pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar a fim de fazer uma respiração. Finalmente, dióxido de carbono é acumulado nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente, ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital. Sem dúvida, foi durante este período que Jesus consegui falar as sete frases registradas:
Jesus olhando para os soldados romanos, lançando sorte sobre suas vestes disse: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. " (Lucas 23:34)
Ao ladrão arrependido, Jesus disse: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." (Lucas 23:43)
Olhando para baixo para Maria, sua mãe, Jesus disse: “Mulher, eis aí teu filho.” E ao atemorizado e quebrantado adolescente João, “Eis aí tua mãe.” (João 19:26-27)
O próximo clamor veio do início do Salmo 22, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
Ele passa horas de dor sem limite, ciclos de contorção, câimbras nas juntas, asfixia intermitente e parcial, intensa dor por causa das lascas enfiadas nos tecidos de suas costas dilaceradas, conforme ele se levanta contra o poste da cruz. Então outra dor agonizante começa. Uma profunda dor no peito, enquanto seu pericárdio se enche de um líquido que comprime o coração.
Lembramos o Salmo 22 versículo 14 “Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.”
Agora está quase acabado - a perda de líquidos dos tecidos atinge um nível crítico - o coração comprimido se esforça para bombear o sangue grosso e pesado aos tecidos - os pulmões torturados tentam tomar pequenos golpes de ar. Os tecidos, marcados pela desidratação, mandam seus estímulos para o cérebro.
Jesus clama “Tenho sede!” (João 19:28)
Lembramos outro versículo do profético Salmo 22 “Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.”
Uma esponja molhada em “posca”, o vinho azedo que era a bebida dos soldados romanos, é levantada aos seus lábios. Ele, aparentemente, não toma este líquido. O corpo de Jesus chega ao extremo, e ele pode sentir o calafrio da morte passando sobre seu corpo. Este acontecimento traz as suas próximas palavras - provavelmente, um pouco mais que um torturado suspiro “Está consumado!”. (João 19:30)
Sua missão de sacrifício está concluída. Finalmente, ele pode permitir o seu corpo morrer.
Com um último esforço, ele mais uma vez pressiona o seu peso sobre os pés contra o cravo, estica as suas pernas, respira fundo e grita seu último clamor: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lucas 23:46).
O resto você sabe. Para não profanar a Páscoa, os judeus pediam para que o réus fossem despachados e removidos das cruzes. O método comum de terminar uma crucificação era por crucificatura, quebrando os ossos das pernas. Isto impedia que a vítima se levantasse, e assim eles não podiam aliviar a tensão dos músculos do peito e logo sufocaram. As pernas dos dois ladrões foram quebradas, mas, quando os soldados chegaram a Jesus viram que não era necessário.
Conclusão
Aparentemente, para ter certeza da morte, um soldado traspassou sua lança entre o quinto espaço das costelas, enfiado para cima em direção ao pericárdio, até o coração. O verso 34 do capítulo 19 do evangelho de João diz: "E imediatamente verteu sangue e água." Isto era saída de fluido do saco que recobre o coração, e o sangue do interior do coração. Nós, portanto, concluímos que nosso Senhor morreu, não de asfixia, mas de um enfarte de coração, causado por choque e constrição do coração por fluidos no pericárdio.
Assim nós tivemos nosso olhar rápido – inclusive a evidência médica – daquele epítome de maldade que o homem exibiu para com o Homem e para com Deus. Foi uma visão terrível, e mais que suficiente para nos deixar desesperados e deprimidos. Como podemos ser gratos que nós temos o grande capítulo subseqüente da clemência infinita de Deus para com o homem – o milagre da expiação e a expectativa da manhã triunfante da Páscoa.

segunda-feira, 18 de abril de 2011


                                   
Dentro de um dia se cumpriram 25 profecias.

confira isso:
"Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas". Mateus 26.56a

As seguintes profecias do Antigo Testamento (Bíblia Sagrada), sobre a traição, o julgamento, a morte e o sepultamento de nosso Senhor Jesus Cristo, foram feitas por diferentes pessoas, em épocas distintas, em um espaço de cinco séculos, de 1000 a 500 a.C..Todas se cumpriram, literalmente.

1. Vendido por trinta moedas de prata

Profecia: "Eu lhes disse: se vos parece bem, dai-me o meu salário; e, se não, deixai-o. Pesaram, pois, por meu salário trinta moedas de prata". Zacarias 11.12 .

Cumprimento: "Então, um dos doze, chamado Judas Iscariotes, indo ter com os principais sacerdotes, propôs: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E pagaram-lhe trinta moedas de prata". Mateus 26.14-15.

2. Traído por um amigo
Profecia: "...mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo. Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos e íamos com a multidão à Casa de Deus. A morte os assalte, e vivos desçam à cova! Porque há maldade nas suas moradas e no seu íntimo". Salmos 55.13-15.

Cumprimento: "E logo, aproximando-se de Jesus, lhe disse: Salve, Mestre! E o beijou. 50 Jesus, porém, lhe disse: Amigo, para que vieste? Nisto, aproximando-se eles, deitaram as mãos em Jesus e o prenderam". Mateus 26.49-50.

3. O Dinheiro foi atirado para o oleiro

Profecia: "Então, o SENHOR me disse: Arroja isso ao oleiro, esse magnífico preço em que fui avaliado por eles. Tomei as trinta moedas de prata e as arrojei ao oleiro, na Casa do SENHOR". Zacarias 11.13.

Cumprimento: "Então, Judas, o que o traiu, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso, devolveu as trinta moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, responderam: Que nos importa? Isso é contigo. Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se. (...) E, tendo deliberado, compraram com elas o campo do oleiro, para cemitério de forasteiros". Mateus 27.3-5,7.


4. Os discípulos O abandonaram

Profecia: "Desperta, ó espada, contra o meu pastor e contra o homem que é o meu companheiro, diz o SENHOR dos Exércitos; fere o pastor, e as ovelhas ficarão dispersas; mas volverei a mão para os pequeninos". Zacarias 13.7.

Cumprimento: "Então, os discípulos todos, deixando-o, fugiram". Mateus 26.56

"Então, lhes disse Jesus: Todos vós vos escandalizareis, porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas ficarão dispersas". Marcos 14.27


5. Acusado por falsas testemunhas

Profecia: "Levantam-se iníquas testemunhas e me argúem de coisas que eu não sei". Salmo 35.11

Cumprimento: "Ora, os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho falso contra Jesus, a fim de o condenarem à morte. E não acharam, apesar de se terem apresentado muitas testemunhas falsas. Mas, afinal, compareceram duas, afirmando: Este disse: Posso destruir o santuário de Deus e reedificá-lo em três dias". Mateus 26.59-61

6. Bateu-se e cuspiu-se nEle

Profecia: "Ofereci as costas aos que me feriam e as faces, aos que me arrancavam os cabelos; não escondi o rosto aos que me afrontavam e me cuspiam". Isaías 50.6

Cumprimento: "Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam murros, e outros o esbofeteavam, dizendo: Profetiza-nos, ó Cristo, quem é que te bateu!" Mateus 26.67,68

Observem-se os detalhes na concordância da profecia e do cumprimento:

Bater-se-á nEle
No rosto e em outras partes do corpo
Cuspir-se-á nEle
Cuspir-se-á no Seu rosto

7. Mudo diante dos Seus acusadores

Profecia: "Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca". Isaías 53.7

Cumprimento: "E, sendo acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Então, lhe perguntou Pilatos: Não ouves quantas acusações te fazem? Jesus não respondeu nem uma palavra, vindo com isto a admirar-se grandemente o governador". Mateus 27.12-14


8. Ferido e pisado

Profecia: "Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados". Isaías 53.5

Cumprimento: "Então, Pilatos lhes soltou Barrabás; e, após haver açoitado a Jesus, entregou-o para ser crucificado. Logo a seguir, os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte. Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate; tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus!" Mateus 27.26-29

9. Ele sucumbiu sob o peso da cruz

Profecia: "De tanto jejuar, os joelhos me vacilam, e de magreza vai mirrando a minha carne". Salmo 109.24

Cumprimento: "Tomaram eles, pois, a Jesus; e ele próprio, carregando a sua cruz, saiu para o lugar chamado Calvário, Gólgota em hebraico". João 19.17

"E, como o conduzissem, constrangendo um cireneu, chamado Simão, que vinha do campo, puseram-lhe a cruz sobre os ombros, para que a levasse após Jesus". Lucas 23.26

O Senhor Jesus Cristo, após ter sofrido muito com os açoites, ficou fraco, Seus joelhos se dobraram sob a pesada cruz. Por isso, foi necessário entregá-la a outro para ser carregada.

10. Mãos e pés traspassados

Profecia: "Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés". Salmo 22.16

Cumprimento: "Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda". Lucas 23.33

Jesus Cristo, foi crucificado segundo o costume dos romanos: as mãos e os pés eram perfurados por longos cravos, para pregar o corpo na cruz (compare João 20.25-27)

"Disseram-lhe, então, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei. Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos, e Tomé, com eles. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! E logo disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente". João 20.25-27


11. Crucificado junto com malfeitores

Profecia: "Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu". Isaías 53.12

Cumprimento: "Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda. E cumpriu-se a Escritura que diz: Com malfeitores foi contado". Marcos 15.27-28


12. Ele orou pelos Seus inimigos

Profecia: "Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu". Isaías 53.12

Cumprimento: "Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes". Lucas 23.34


13. Eles menearam a cabeça

Profecia: "Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me vêem, meneiam a cabeça". Salmo 109.25

Cumprimento: "Os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo: Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz!" Mateus 27.39,40


14. As pessoas zombaram de Jesus

Profecia: "Todos os que me vêem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça: Confiou no SENHOR! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer". Salmo 22.7,8

Cumprimento: "De igual modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam: Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele. Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus". Mateus 27.41-43


15. Eles O olhavam

Profecia: "Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim". Salmo 22.17

Cumprimento: "O povo estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido". Lucas 23.35


16. Suas vestes foram repartidas e sorteadas

Profecia: "Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes". Salmo 22.18

Cumprimento: "Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e pegaram também a túnica. A túnica, porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela para ver a quem caberá—para se cumprir a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. Assim, pois, o fizeram os soldados". João 19.23,24

17. Foi abandonado

Profecia: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido?" Salmo 22.1

Cumprimento: "Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Mateus 27.46


18. Foram-lhe dados vinagre e fel

Profecia: "Por alimento me deram fel e na minha sede me deram a beber vinagre". Salmo 69.21

Cumprimento: "Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede! Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja e, fixando-a num caniço de hissopo, lha chegaram à boca". João 19.28,29

"Deram-lhe a beber vinho com fel; mas ele, provando-o, não o quis beber". Mateus 27.34


19. Ele entregou Seu espírito a Deus

Profecia: "Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade". Salmo 31.5

Cumprimento: "Então, Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito! E, dito isto, expirou". Lucas 23.46


20.Seus amigos ficaram de longe

Profecia: "Os meus amigos e companheiros afastam-se da minha praga, e os meus parentes ficam de longe". Salmo 38.11

Cumprimento: "Entretanto, todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galiléia permaneceram a contemplar de longe estas coisas". Lucas 23.49


21. Seus ossos não foram quebrados

Profecia: "Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado". Salmo 34.20

Cumprimento: "Chegando-se, porém, a Jesus, como vissem que já estava morto, não lhe quebraram as pernas. Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. Aquele que isto viu testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho; e ele sabe que diz a verdade, para que também vós creiais. E isto aconteceu para se cumprir a Escritura: Nenhum dos seus ossos será quebrado". João 19.33-36

Compensa analisar ainda duas outras profecias, que se referem aos Seus ossos, que também tiveram cumprimento exato, se bem que nesse caso ele não é mostrado tão claramente na Escritura:

"Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram ..." Salmo 22.14

Não difícil entender que Jesus, tendo Suas mãos e pés pregados na cruz, teve os ossos desconjuntados, especialmente se lembrarmos que Ele foi pregado na cruz deitada no chão, que foi depois levantada.

"Posso contar todos os meus ossos..." Salmo 22.17

Ele foi dependurado nu na cruz (João 19.23), de modo que seus ossos podiam ser vistos. A distensão do Seu corpo e os suplícios terríveis da crucificação levavam os ossos a ficarem ressaltados.


22. Seu coração parou

Profecia: "Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim". Salmo 22.14

Cumprimento: "Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água". João 19.34


23. Seu lado foi traspassado

Profecia: "E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por ele como se chora amargamente pelo primogênito". Zacarias 12.10

Cumprimento: "Contudo, um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água". João 19.34 (Edição Revista e Corrigida)


24. Trevas sobre a Terra

Profecia: "Sucederá que, naquele dia, diz o SENHOR Deus, farei que o sol se ponha ao meio-dia e entenebrecerei a terra em dia claro". Amós 8.9

Cumprimento: "Desde a hora sexta até à hora nona, houve trevas sobre toda a terra". Mateus 27.45

25. Sepultado no túmulo de um rico

Profecia: "Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca". Isaías 53.9

Cumprimento: "Caindo a tarde, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que era também discípulo de Jesus. Este foi ter com Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus. Então, Pilatos mandou que lho fosse entregue. E José, tomando o corpo, envolveu-o num pano limpo de linho e o depositou no seu túmulo novo, que fizera abrir na rocha; e, rolando uma grande pedra para a entrada do sepulcro, se retirou". Mateus 27. 57-60

quarta-feira, 13 de abril de 2011



A Sentença de Cristo
“Cópia autêntica da Peça do Processo de Cristo, existente no Museu da Espanha
No ano dezenove de TIBERIO CÉSAR, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca Invencível, na Olimpíada cento e vinte e um, e na Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênio, do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro de Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia; QUINTO SÉRGIO, sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, PÔNCIO PILATOS; regente, na baixa Galiléia, HERODES ANTIPRAS; pontífice do sumo sacerdote, CAIFÁS; magnos do templo, ALIS ALMAEL, ROBAS ACASEL, FRANCHINO CEUTAURO; cônsules romanos da cidade de Jerusalém; QUINTO CORNÉLIO SUBLIME e SIXTO RUSTO, no mês de março e dia XXV do ano presente – EU, PÔNCIO PILATOS, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte, Jesus, chamado pela plebe – CRISTO NAZARENO – e galileu de nação, homem, sedicioso, contra a Lei Mosaica – contrário ao grande Imperador TIBÉRO CÉSAR. Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de DEUS e REI DE ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza JESUS ao monte público da Justiça, chamado CALVÁRIO, onde, crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este título: JESUS NAZARENUS, REX JUDEORUM. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas da nossa sentença: Pelas doze tribos de Israel: RABAM DANIEL, RABAM JOAQUIM BANICAR, BANBASU, LARÉ PETUCULANI, Pelos fariseus: BULLIENIEL, SIMEÃO, RANOL, BABBINE, MANDOANI, BANCURFOSSI. Pelos hebreus: MATUMBERTO. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma: LÚCIO SEXTILO e AMACIO CHILICIO.

terça-feira, 12 de abril de 2011


                                                     
                 Servindo como João Batista

Lucas 3 – A Palavra do Senhor veio a João Batista no deserto. João é 
aquela voz que clama no deserto.


João Batista estava num contexto de opressão sob o poder do império romano.
O ministério de João Batista foi apontar Jesus. Ele preparou o caminho para a vinda do Salvador, do Messias. E João entendeu muito bem a sua posição.
O chamado de João Batista foi bem específico, e podemos também descobrir o nosso chamado de forma específica na Palavra de Deus.
João Batista teve a oportunidade de se promover através dessa promessa da vinda de Jesus. Mas ele em momento algum deixa de apontar com o seu discurso, com as suas atitudes o Senhor Jesus, chegando a dizer que ele não era digno de desatar, de desamarrar as sandálias dos pés de Jesus. João reconheceu a superioridade de Jesus.
Nós temos uma necessidade de que o nosso nome seja exaltado, mas João Batista sabia muito bem que o nome de Jesus é que deveria ser exaltado.
João 3:26 a … “Importa que Ele cresça e que eu diminua.”
Sendo Jesus, o cabeça da Igreja, nós, estando ligados nesse corpo, recebemos a unção que está sobre o cabeça. A função da Igreja é dar continuidade ao ministério de Jesus. Não é o nosso ministério, mas o ministério de Jesus.
Muitos ministros de louvor, pregadores, pessoas que estão em evidência na Igreja estão usando o seu ministério para suprir alguma carência da alma. Pessoas que estão com uma ferida da alma aberta. E uma ferida aberta infecciona, necrosa o membro em que ela se encontra chegando até a amputação deste membro. Isso contamina todo o corpo.
Deus não quer performance no nosso serviço a Ele, mas Ele quer formar em nós uma identidade na presença Dele. A performance pode gerar emoção nas pessoas, pode impressionar teólogos, pode impressionar multidões. Mas vida, identidade de verdade, é na presença de Deus, no lugar secreto onde os holofotes não estão. Deus tem um lugar específico para nós: a presença Dele.
Buscamos o sucesso entre os homens. Achamos que sucesso é ser conhecido, é vender muitos CDs. Mas sucesso pra Deus é rendição total a Ele.
Ministério tem a ver com amor, com serviço, em fazer o que Jesus faria, em abrir mão das nossas vontades em favor do outro.
Mesmo que eu perca tudo, mesmo que eu nunca mais possa falar, cantar, fazer o que eu faço, ainda assim existe um lugar em Deus pra mim. E é nesse lugar que eu posso andar em alegria nos meus dias.

                               
          A Oração de Jabez






I CRÔNICAS 4:9-10
9  Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz.
10  Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Tomara que me abençoes e me alargues  as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido.
 
Amados, qual de nós, já não viveu um momento difícil na vida?
Vontade de largar tudo e ir embora, por não mais acreditar que Deus possa fazer alguma coisa por você. Talvez as desilusões que tens vivido, é o suficiente para abandonar tudo, inclusive sua fé, não é mesmo? Talvez tenha tido um passado, que realmente só tem desagradado a Deus, ou quem sabe ainda esteja vivendo esses dias tão negativos.
 
Mas eu quero te dizer nesta oportunidade, que o seu passado não precisa mais ser um retrato do seu futuro, pois o Senhor Deus todo poderoso te diz hoje que:
2 Coríntios 5:17  Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
Quero te dizer se a sua história teve um começo triste, ou um começo infeliz, hoje DEUS vai mudar a sua HISTÓRIA. Destrava a tua língua meu amado, e começa a glorificar a Deus nesta oportunidade.
 
Porém é necessário apenas uma coisa da sua parte: - O que é pastor Ricardo Rossi?
Aí eu lhe respondo: - A única coisa que você precisa fazer é: ACREDITAR, CRER, ter FÉ.
 
Acreditar que a partir de hoje, Deus vai mudar a sua vida para sempre.
Sabe porque? Por que abençoar é a Natureza de DEUS, e Ele quer isso pra sua vida, aqui e agora, amém!
 
Nos tempos bíblicos, muitas vezes as mães colocavam os nomes em seus bebês referentes à sua aparência ou até mesmo à circunstância em que ele havia nascido.
Talvez isso explique por que, quando o grande dia de seu nascimento chegou, sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: “Porque com dores o dei à luz”.
Talvez sua gestação tivesse sido muito sofrida, ou um parto muito doloroso, quem sabe ele tivesse virado, ou o parto se estendeu por um longo tempo, lembrem-se que naquela época não havia a anestesia peridural nem nenhum tipo de analgésicos para aliviar as dores do parto. Qualquer que tenha sido os motivos da sua mãe, imagine como deve ter sido para Jabez ter de passar por toda infância com um nome desses, “dor”.
Não só era um convite às gozações dos amigos como também uma sombra sobre seu futuro.
 
Você sabe eu creio, que nos tempos bíblicos o nome de um homem era considerado uma profecia sobre suas perspectivas de vida.
Mas a verdade era uma só, sua mãe o envolveu para sempre na palavra hebraica para dor: Jabez.
Ao que parece Jabez estava destinado a causar dores às outras pessoas e também a sofrer muita dor.
 
Mas Jabez estava disposto a mudar essa situação em sua vida, apesar de um começo infeliz, Jabez resolveu acreditar em algo sobre Deus que mudou sua vida para sempre. Ele acreditou que era da natureza de Deus abençoar, e que Ele não só podia, como queria abençoa-lo.
 
Você crê que Deus hoje pode  mudar a sua vida e abençoa-lo?
 
Creio que Jabez quando ainda garoto, sua mãe tivesse lhe falado sobre o Deus de Israel, que fez diversos milagres para seus antepassados.
Talvez Jabez tivesse ouvido a história de Jacó, que lutou uma noite inteira com o anjo e disse: “Não te deixarei ir, se não me abençoares”.
 
Creio que Jabez ouvindo isso orou a Deus dizendo: “Oh! Que me abençoes!” é tudo de que sabemos.
 
Amados preste atenção em hebraico, à expressão que Jabez usou equivale a cinco pontos de exclamação ou a letras garrafais sublinhadas.
 
Eu quero te dizer, meu irmão que Jabez quando orou a Deus: “Oh! Que me abençoes!”, não estava sonolento, não sentia pena de si mesmo ou estava resmungando uma oração, sem muita atenção.
 
Jabez realmente SUPLICOU a Deus, que o abençoasse e o ajudasse a ter uma “visão melhor” do que ele tinha em mente para sua vida.
 
E vejam o que diz o versículo de número 10 “e lhe concedeu o que tinha pedido”
 
Saiba que você, tem que olhar para Deus como Jabez olhou – Que Deus estava pronto para derramar as bênçãos divinas sobre os que clamam a Ele.
 Notem também como o rei Ezequias orou, e Deus o atendeu: 
Isaías 38:1-5
1 Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; veio ter com ele o profeta Isaías, filho de Amoz, e lhe disse: Assim diz o SENHOR: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás.
2  Então, virou Ezequias o rosto para a parede e orou ao SENHOR.
3  E disse: Lembra-te, SENHOR, peço-te, de que andei diante de ti com fidelidade, com inteireza de coração e fiz o que era reto aos teus olhos; e chorou muitíssimo.
4  Então, veio à palavra do SENHOR a Isaías, dizendo:
5  Vai e dize a Ezequias: Assim diz o SENHOR, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; acrescentarei, pois, aos teus dias quinze anos.
 
Creio que muitos que estão lendo este Estudo Bíblico neste momento, sem querer talvez, tenham imaginado, Deus contendo as suas bênçãos, pouco propensas a concedê-las a você.
 Veja o que diz o Salmos: 34:10“Os filhos dos leões necessitam e sofrem fome, mas aqueles que buscam ao SENHOR de nada têm falta”. 
Talvez meu amado (a), você tenha crescido acreditando que Deus é rigoroso e duro, pouco disposto a te abençoar por causa dos seus erros, não é mesmo?
 Observe as palavras de Davi no livro de Salmos 86:5“Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para com todos os que te invocam”. 
É promessa de Deus através de seu Filho amado Jesus Cristo.
 
Mateus 7:7-8
7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.
8 Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.
 
Amados nesta oração incluímos eu e você também, amém?
 
Notem que Jabez não teve o privilégio que você tem hoje de ler as palavras de Jesus e dos escritores do Novo Testamento.
 No entanto, muitos anos antes de Tiago ter escrito: Toda boa dádiva e todo dom perfeito é lá do alto “Tiago 1:17 Jabez meus amados parecia conhecer esta verdade. Deus anseia que você, também creia de todo o seu coração que é próprio da natureza divina prover coisas boas, a você e a seus filhos. Deus quer e está disposto a te abençoar. A palavra abençoar no sentido bíblico significa, conceder favor sobrenatural.
Quando oro a Deus e peço que me abençoe, estou clamando que sua bondade e favor sejam derramados sobre mim.
Também estou reconhecendo que ele é o único “que é poderoso para fazer infinitamente mais do que quanto pedimos, ou pensamos”. Efésios 3:20
“Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós,
 
Observe amados que na bíblia não há relato de como Deus abençoou Jabez, mas apenas de que Deus atendeu ao pedido dele.
 Agora o que me chamou a atenção neste versículo, foi que Jabez deixou totalmente nas mãos de Deus a decisão de qual seria a forma, como, quando e que tipo de benção Ele enviaria a Jabez. 
Vejam que ele, Jabez, acreditou em Deus, ele confiou no Senhor, pois quem, senão DEUS, sabe melhor o que nos dar?
“Oh, Que Deus me abençoes”, e esperar que Deus dê aquilo que só Ele sabe que, de fato, atenderá a nossa necessidade.
 Vejam um detalhe importantíssimo:
A benção de Deus pode ser de duas maneiras interna ou externa.
 
Por exemplo: Em meio a uma crise familiar, você se sente desanimado, triste, e pouco amada, e de repente você faz uma oração a Deus e pede que Deus a abençoe. De repente você recebe pelo correio uma carta de uma pessoa que não a vê, faz muito tempo e no final da carta está escrito: “Senti como se Deus quisesse que eu lhe escrevesse e dissesse que “Ele realmente a ama, e que você pode sempre contar com Ele”.
 
Ou talvez através de um profeta de Deus, para te dizer o quanto Ele, teu Deus te ama.
Saiba que sua benção pode vir de várias maneiras, um passeio inesperado com a família, uma visita de um parente muito querido, a recuperação daquela pessoa a quem você tem tanto orado, através da porta de um emprego tão esperado, em fim Deus quer te abençoar neste momento.
 
Saibam que muitas das vezes a benção de Deus pode vir em meio às dificuldades.
Talvez a sua definição de benção automaticamente pressuponha dinheiro no banco e uma vida isenta de problemas.
No entanto, Jesus nos avisou:
João 16:33b
“No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. E Pedro também nos disse:
I Pedro 4:12-13
12 Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo;13  pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando. 
Obs.: Tema inspirado no livro “ A Oração de Jabez” de Darlene Wilkinson.
 
Deus os abençoe, AMÉM!!!
 
Pastor Ricardo Rossi

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